Associação Mineira de HAP

Hipertensão Arterial Pulmonar

Superação é tudo, tratamento digno gera vida.

 

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Novembro, mês de conscientização sobre HAP

O dia 15 de novembro é destinado, internacionalmente, à conscientização da Hipertensão Arterial Pulmonar. No Brasil, novembro não passará sem fôlego. As principais associações de pacientes envolvidas com portadores de HAP e familiares promovem ações para divulgar a doença neste mês.

 

Confira o que as Associações de Pacientes no Brasil estão fazendo.

HAP (Hipertensão Arterial Pulmonar)

  • Associação Brasileira de Amigos e Familiares de Portadores de Hipertensão Arterial Pulmonar
    www.respirareviver.org.br
  • Associação Brasileira de Pacientes com Esclerodermia
    www.asclero.org.br
  • ABRAPES – Associação Brasileira de Esclerose Sistêmica
    www.abrapes.org
  • ACAHP – Associação Campinense de Hipertensão Pulmonar
    Telefone: (83) 3342-9706
    www.acahp.zip.net
  • ABRAHP-NE – Associação Brasileira de Hipertensão Pulmonar – Nordeste
    Telefone: (81) 3543-1343
    www.abrahpne.org.br
  • AGHAP – Associação Gaúcha de Hipertensão Arterial Pulmonar
    Telefone: (51) 3321-5818 (Fábia) – (51) 3527-8181 (Solange)
    www.aghap.wordpress.com
  • APPHP – Associação Paranaense de Portadores de Hipertensão Pulmonar
    Contato: cmarcia21@gmail.com
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Pesquisa alemã reverte enfisema pulmonar em roedor

REINALDO JOSÉ LOPES
EDITOR DE CIÊNCIA E SAÚDE

Fonte: Folha.com
Data: 14 de Outubro de 2011
Autor: Reinaldo José Lopes
Link: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/990578-pesquisa-alema-reverte-enfisema-pulmonar-em-roedor.shtml

Experimentos com camundongos mostraram que é possível reverter o dano causado aos pulmões pelo enfisema ou por outras formas da chamada doença pulmonar obstrutiva crônica (conhecida pela sigla DPOC).

Uma substância que já chegou a ser testada em humanos, ministrada a roedores com enfisema, conseguiu resgatar tanto os vasos sanguíneos quanto os alvéolos dos bichos, danificados pela exposição à fumaça de tabaco.

A abordagem, relatada na última edição da revista científica “Cell”, foi bolada por alemães da Universidade de Giessen, liderados por Norbert Weissmann. O plano dos pesquisadores é criar uma droga inalável que, no futuro, seria aplicada a pacientes humanos. A ideia, contudo ainda não tem data para ser posta em prática.

A pesquisa com os roedores é importante também por desvendar uma série de mecanismos básicos sobre como a enfisema e outros tipos de DPOC (como a bronquite crônica) se formam.

Editoria de Arte/Folhapress

PROBLEMA GIGANTE

Apesar do nome obscuro, a DPOC representa um problema extremamente comum de saúde pública. Calcula-se que, em 2020, as variantes da doença vão se tornar a terceira causa mais comum de mortes no mundo.

É comum que as formas do problema sejam acompanhadas de hipertensão pulmonar. Até 70% dos pacientes com DPOC possuem alterações severas nos vasos sanguíneos que irrigam o pulmão. Mas não se sabia se há uma relação direta entre esse fato e o enfisema propriamente dito, caracterizado pela dilatação excessiva dos alvéolos pulmonares.

No estudo, os alemães submeteram os camundongos a oito meses de fumaça de tabaco e viram, primeiro, que alterações nos vasos sanguíneos que chegam ao pulmão ocorrem antes do enfisema propriamente dito.

A fumaça fazia esses vasos ficarem “musculosos”, supercrescidos. Nesse processo, havia a liberação de NO (óxido nítrico). Em condições normais, a substância é essencial para manter os vasos sanguíneos em bom estado, mas o excesso dela leva a uma reação química destrutiva.

E justamente essa reação parece estar por trás dos danos aos alvéolos. Os pesquisadores, então, usaram uma substância que inibe a produção de óxido nítrico.

O resultado foi animador: após alguns meses, tanto os problemas nos vasos quanto os que afetavam os alvéolos foram bastante minimizados nos camundongos.

A boa notícia é que, em testes preliminares com humanos, a substância usada no estudo não pareceu trazer efeitos colaterais negativos.

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Hipertensão pulmonar: diagnóstico preciso é desafio para os médicos

Aposentado chegou a receber medicação para o tratamento de uma sinusite.
Publicado no Jornal OTEMPO em 08/09/2011
CLÁUDIA GIÚZA
Especial O Tempo
FOTO: ALEX DE JESUS
Especialista. Pneumologista Frederico Campos diz que o diagnóstico errado ainda é muito comum
Os medicamentos prescritos por um médico para descongestionar as vias respiratórias não surtiam efeito no aposentado José Maurício de Aguiar, 67. Os sintomas clássicos de sinusite, tratados com antialérgicos, continuaram a se manifestar, até que um especialista constatou a real enfermidade do paciente: hipertensão pulmonar.

A doença, considerada rara, se manifesta com sinais parecidos com os de outras enfermidades e, por isso, é de difícil diagnóstico. Especialistas alertam a população e a própria comunidade médica sobre o problema – se não tratada adequadamente, a hiperstensão pulmonar pode levar à morte.

O aposentado José Maurício só descobriu que tinha a doença após passar por vários médicos. Ele conta que se sentiu mal há dois anos, após fazer uma caminhada em Pedro Leopoldo, onde mora. “Cheguei em casa cansado e tossindo muito, mas os médicos só descobriram o que eu tinha depois de vários exames e um cateterismo”, disse.

Hoje, o aposentado faz uso de um medicamento de uso contínuo e diz levar uma vida normal.
De acordo com o pneumologista Frederico Thadeu Assis Figueiredo Campos, coordenador do
grupo de hipertensão pulmonar do hospital Júlia Kubitschek — referência em doenças respiratórias no Estado -, casos como o do aposentado acontecem com muita frequência. O médico explica que, por a doença ter como principal sintoma a falta de ar, o diagnóstico acaba sendo confundido com outros problemas de saúde.

Segundo Campos, a doença pode estar associada a problemas no coração, doenças reumatológicas ou autoimunes, Aids, hepatites, esquistossomose, anemia falciforme e embolia pulmonar crônica. “Por ter um sintoma característico a muitas doenças, a hipertensão pulmonar pode confundir o médico na hora do diagnóstico”, ressalta.

Mesmo não tendo cura, o tratamento contínuo, iniciado logo após o diagnóstico, permite ao paciente uma qualidade de vida praticamente normal. Caso contrário, a doença tem uma mortalidade alta, com uma sobrevida média de três anos.

De acordo com Frederico Campos, na hipertensão pulmonar, o sangue não consegue fluir bem pelos pulmões e se acumula, sobrecarregando o lado direito do coração, que tem de fazer cada vez mais força para impulsioná-lo.

O médico esclarece que ao contrário do que se pensa, nos pulmões não existe apenas ar – metade do sangue do organismo está no órgão. “Por isso, os sintomas geralmente são cansaço constante e crescente, falta de ar e desmaios”, diz Campos.

Segundo a pneumologista Virgínia Pacheco Guimarães, o doente se cansa mais facilmente em atividades rotineiras, como subir escadas. O diagnóstico muitas vezes acontece quando o médico investiga a causa desse cansaço com exames como ecocardiograma. A confirmação é feita por meio de cateterismo.

Recentemente, o Sistema Único de Saúde (SUS) estabeleceu um protocolo para garantir o acesso gratuito dos medicamentos aos portadores da doença. Em casos extremos, é recomendado o transplante de pulmão, às vezes, associado ao de coração.

Tratamento
Hospitais. Portadores de hipertensão pulmonar devem procurar atendimento no Hospital Júlia Kubitschek, Hospital das Clínicas ou Santa Casa, em BH.

SOLIDARIEDADE
Associação dá apoio a pacientes
O professor de informática Rodrigo Vilaça, 38, portador de hipertensão arterial pulmonar (uma das formas de manifestação da hipertensão pulmonar), fundou, com outros dois portadores da enfermidade, a Associação Mineira de Hipertensão Arterial Pulmonar.Segundo ele, a entidade, com cerca de 70 associados, presta apoio para quem recebe o diagnóstico da doença. “Ajudamos no processo de obtenção de medicamentos e esclarecemos dúvidas”, diz Vilaça.Ele conta que recebeu o diagnóstico ainda na infância. Segundo ele, na época, não havia muita informação nem tratamento. Por vários anos, ele recebeu medicamentos para fortalecer o coração na tentativa de suportar a pressão arterial proveniente dos vasos pulmonares.O professor só conseguiu receber tratamento específico para a doença em 2006. “Hoje levo uma vida normal graças às descobertas da medicina. Mas é importante que a população fique atenta aos sintomas e procure orientação médica”. (CG)
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FDA alerta para risco de hipertensão arterial pulmonar associado ao Sprycel®

A FDA (entidade que regula o medicamento nos EUA) emitiu na terça-feira um aviso de segurança alertando que o medicamento para a leucemia da Bristol-Myers Squibb (BMS), o Sprycel® (dasatinibe), pode aumentar o risco de hipertensão arterial pulmonar (HAP). As informações de risco têm sido adicionadas ao rótulo do produto, que está aprovado para o tratamento de alguns doentes adultos com leucemia mielóide crônica (LMC) com cromossoma Filadélfia positivo ou leucemia linfoblástica aguda, avança o site FirstWord.

Segundo a entidade reguladora, foram relatados 12 casos de HAP ao banco de dados de farmacovigilância global da BMS desde que o fármaco recebeu aprovação em 2006. A FDA avançou que, nesses casos, que foram diagnosticados até um ano após o início do tratamento com Sprycel®, o medicamento foi identificado como a causa mais provável. A agência acrescenta que os doentes foram muitas vezes tomando medicações concomitantes ou tinham co-morbidades. Nenhuma fatalidade da condição foi relatada e, em alguns casos, as melhorias nos parâmetros clínicos de HAP foram observados quando o tratamento com Sprycel® foi interrompido.

Em Agosto, a Health Canada (entidade que regula os medicamentos no Canadá) emitiu um alerta semelhante sobre o Sprycel® após relatos de HAP grave em doentes que tomaram o medicamento.

Fonte:http://www.rcmpharma.com/actualidade/medicamentos/12-10-11/fda-alerta-para-risco-de-hipertensao-arterial-pulmonar-associado-a

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A Hipertensão Pulmonar em Crianças no Fala doutor

No Fala Doutor, texto do Cardiologista Pediátrico Dr. Roberto Max sobre a Hipertensão Pulmonar em crianças:

“A hipertensão pulmonar em crianças é uma entidade clínica mais comum do que em adultos tendo vários fatores causais . O tratamento desta condição sofreu grande avanço principalmente na última década com o surgimento dos novos medicamentos . No entanto a investigação diagnóstica e a escolha do tratamento permanece com um desafio.
Trata-se de uma doença de caráter progressivo caracterizada por uma obstrução vascular progressiva e a um desequilíbrio entre a produção de substancias vasodilatadoras vasoconstrictoras . Este desequilíbrio dificulta o fluxo sanguíneo através do leito vascular pulmonar impondo grande sobrecarga ao lado direito do coração levando a sua falência progressiva.”

Confira mais clicando aqui….

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Canadá lança alerta sobre danos de medicamento contra a leucemia

O Canadá lançou um alerta dirigido aos doentes que estejam em tratamento contra a leucemia mielóide crónica ou leucemia linfoblástica aguda com o medicamento Sprycel® (dasatinibe), da farmacêutica Bristol-Myers Squibb, por suspeita de efeitos secundários muito graves, avança o PIPOP – Portal de Informação Português de Oncologia Pediátrica.

As autoridades de saúde do país anunciaram recentemente que o medicamento Sprycel® tem sido associado ao desenvolvimento de hipertensão arterial pulmonar, condição que pode, em alguns casos, levar à morte.

Os doentes em tratamento com o Sprycel® devem estar alerta para os sintomas de falta de ar frequente, ritmo cardíaco mais acelerado, cansaço, dor no peito ou no lado superior direito do abdómen, inchaço ou ganho de peso súbito, sublinham os reguladores canadianos.

Apesar das recomendações, os especialistas recordam que os doentes não devem abandonar a medicação ou diminuir a dose sem antes consultarem o seu médico.

 

Fonte:http://www.pop.eu.com/news/5370/26/Canada-lanca-alerta-sobre-danos-de-medicamento-contra-a-leucemia.html

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Saúde economiza mais de R$ 600 milhões com compra de medicamentos e insumos

O Ministério da Saúde adotou medidas de gestão que permitiram uma grande economia de recursos públicos, que estão sendo reinvestidos na melhoria do atendimento ao cidadão pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Só no primeiro semestre deste ano, o ministério conseguiu economizar R$ 603,5 milhões em processos de aquisição de medicamentos e insumos para a saúde. Foram adotadas ferramentas como a utilização de banco de preços internacionais, negociação direta com os fabricantes, centralização da compra de alguns produtos e atendimento a recomendações de órgãos de controle, como o Tribunal de Contas da União.

Se incluida a variação cambial para os produtos comprados em dólar, a economia chega a R$ 651 milhões. “Com o dinheiro que conseguimos economizar, vamos ampliar o acesso da população a medicamentos e outros produtos para a saúde”, afirma o ministro Alexandre Padilha. “É reinvestir o dinheiro da saúde na melhoria da saúde dos brasileiros”, completa. De janeiro a junho deste ano, o Ministério da Saúde adquiriu mais de 80 itens de medicamentos e insumos a um valor total de R$ 1,7 bilhão. Sem as medidas de gestão, esse gasto seria elevado para R$ 2,3 bilhões.

Saiba mais….click aqui…

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Pesquisador da UFPB descobre planta que tem o efeito do Viagra

O Viagra é um sucesso raro no mundo farmacêutico. Somente em 2004, quando já concorria com outras marcas no mercado, chegou a vender quase dez milhões de comprimidos nos Estados Unidos, representando o maior faturamento farmacêutico do mundo com uma receita anual de 67 milhões de dólares.
No Brasil, somente no primeiro semestre de 2005, já representava metade de todos os medicamentos vendidos contra impotência sexual no país. Foram quatro milhões de pílulas azuis vendidas para gerar, além do prazer de homens e mulheres, cerca de 35 milhões de dólares em faturamento.

Não foi à toa, portanto, que o Pro-Reitor de Pós-Graduação e Pesquisa da Universidade Federal da Paraíba, professor Isac Almeida de Medeiros, se espantou quando começou a registrar as primeiras semelhanças dos efeitos de uma planta comum no semi-árido nordestino com a poderosa pílula azul no início de pesquisa realizada no Campus I da UFPB.
Ou seja, uma planta comum em todo o semi-árido do Nordeste, incluindo a Paraíba, que tem o poder de combater no mesmo grau do Viagra um dos principais males do mundo atual: a disfunção eréctil (impotência sexual).

A Cissampelos sympodialis, mais conhecida como Milona, Orelha de Onça ou Farinha, sempre foi tida pela sabedoria popular como uma planta indicada para combater o cansaço, a fadiga. Com grande incidência no Sertão paraibano, mais especificamente em Sousa, a Milona também apresentava, empiricamente, efeitos antiflamatórios e antialérgicos.
Um excelente remédio natural para a asma.

Daí pra aguçar a atenção da comunidade científica foi um pulo.
Ao iniciar a pesquisa, os pesquisadores descobriram que a Milona atuava como forte inibidor de enzimas que provocam alteração da da pressão arterial (hipertensão) pulmonar. Simplesmente a mesma doença que motivou os pesquisadores norte-americanos a avançar no descobrimento do Viagra, na década de 90.
Com o avanço dos estudos sobre a Milona, veio a constatação. Ela apresentava o mesmo resultado do Sildenafil, o princípio ativo que deu luz ao Viagra que conhecemos hoje.

Doutor pela universidade de Lyon, na França, o professor Isac, que conduz a turma de pesquisadores da UFPB que descobriu há três anos a semelhança entre os efeitos terapêuticos do uso da Milona e do Viagra, declarou quem muito em breve serão feitos testes em humanos.
Por enquanto, a pesquisa, que é pioneira no mundo científico, tem como base apenas testes feitos em ratos de laboratório.

Apesar disso, dado à objetividade dos primeiros testes químicos, os pesquisadores ficaram excitados com a possibilidade de apresentarem ao mundo científico uma descoberta que mexe com o mercado farmacêutico mundial.
E que deve estimular uma corrida desenfreada para Sousa, onde todo mundo vai querer plantar Milona pra colher milhões.

“Trabalhamos com a objetividade necessária e sem permitir que a ansiedade pelas recentes descobertas nos deixem deslumbrados e longe de resultados objetivos. Ao mesmo tempo não podemos deixar de admitir que os primeiros testes nos estimulam a reconhecer que estamos muito perto de mostrarmos ao mundo que podemos, de forma natural, assegurar os mesmos efeitos que uma droga com o Viagra proporciona a todos que sofrem com disfunção erétil”, contou o professor Isac Medeiros.
Que se prepara para publicar em revistas científicas artigo sobre a Milona, ao que parece, a prima paraibana do famoso Viagra.

Fonte: PBAGORA – Blog do Luís Tôrres

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França suspende venda de antidiabéticos por riscos de câncer e HAP

Paris, 10 jun (Prensa Latina) A Agência Francesa de Segurança Sanitária e Produtos de Saúde (Afssaps) determinou a retirada imediata de dois antidiabéticos que contêm pioglitazona (Actos e Competact), depois de se comprovar um risco débil de desenvolvimento de câncer de bexiga.
Em comunicado, a entidade recomendou aos pacientes que os consomem não interromper o tratamento sem consultar o médico.
No dia 19 de abril deste ano, a agência tinha lançado um alerta dirigido aos médicos e farmacêuticos a partir dos resultados de exames pré-clínicos, clínicos, epidemiológicos e de farmacovigilância que apontavam a um risco potencial de câncer.
Um estudo efetuado pela Caixa de Seguro Doença entre 2006 e 2009 confirmou as suspeitas.
Ao redor de 230 mil pessoas consomem Actos e Competact, vendidos na França desde 2000 e 2006 respectivamente.
Ambos antidiabéticos faziam parte da lista de 77 medicamentos postos sob vigilância pela Afssaps no início deste ano.
No final do ano passado, desatou-se neste país um escândalo pelo Mediator, dos laboratórios Servier, comercializado durante mais de 30 anos, apesar de numerosos alertas sobre os danos que ocasionava.
O fármaco, recomendado para o tratamento de diabéticos com sobrepeso ponderal e também para a obesidade, se vincula a cerca de duas mil mortes por hipertensão arterial pulmonar e problemas nas válvulas cardíacas.

FONTE: http://www.prensa-latina.cu/index.php?option=com_content&task=view&id=295956&Itemid=1

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